Viaturas sem condutor ou veículos autonomos

veículos autonomos

Os nossos carros reflectem nossas personalidades: escolhemos a cor, o modelo e as funcionalidades que desejamos. Este pode ser um carro destinado para a velocidade ou para transportar com segurança uma família. Contudo, na próxima década, os consumidores não só querem dirigir os seus carros, mas ajudar a definir e personalizar os serviços digitais dentro destes.

Em 2025, os veículos serão sofisticados o suficiente para se adaptarem a condutores específicos e outros ocupantes. Um veículo será capaz de aprender, conduzir e socializar com outros veículos e o seu ambiente circundante. Deste modo, os veículos que são cada vez mais inteligentes vão mudar o conceito de mobilidade.  A indústria automotora vai oferecer uma experiência de condução altamente personalizada em 2025. No entanto, “veículos autónomos” parecem um cenário improvável.

Relatório “Automotive 2025: Industry Without Borders” – Veículos Autónomos

Estas são algumas das descobertas do novo estudo do IBM Institute for Business Value, “Automotive 2025: Industry Without Borders“. O relatório está baseado em entrevistas com 175 executivos de fabricantes de automóveis, fornecedores e outros líderes em 21 países. O estudo abrange as expectativas dos clientes, estratégias de crescimento, requisitos de mobilidade o ecossistema da indústria. Assim como, outros factores esperados para mudar a indústria automotora na próxima década.

Algumas descobertas

O relatório, no entanto, encontrou um considerável cepticismo sobre veículos autónomos, onde nenhum condutor é necessário. Mesmo sendo o veículo integrado em padrões de condução normais. Deste modo, apenas 8% dos executivos vêem veículos autónomos tornando-se em algo comuns em 2025.  Assim como também, apenas 19% acreditam que um ambiente totalmente automatizado, onde o sistema de condução lida com todas as situações sem monitorização, será comum em 2025.

No entanto, 87 por cento dos participantes da pesquisa sentiram que a condução parcialmente automatizada, como a expansão das tecnologias actuais de estacionamento automático ou de mudança de faixa, sim que será comum.

Além disso, 55 por cento acreditam que uma condução semi-automatizada, em que o sistema reconheça as suas limitações e exige que o motorista tome o controlo (se necessário), poderá ser adaptada em 2025.

Assim sendo, durante a próxima década, a indústria automotora experimentará a maior transformação desde que os carros começaram a rodar linhas de montagem automatizadas há mais de um século.

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